Lula admite que as bets podem voltar ao Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alertou sobre a possibilidade de as casas de apostas online, conhecidas como bets, voltarem a funcionar no Brasil. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente chamou atenção para a audiência pública marcada para está terça-feira (3), no Supremo Tribunal Federal (STF), que discutirá a proibição das plataformas.
Segundo o relato de Lula no vídeo, aparentemente existem pessoas e grupos externos interessados na retomada das apostas no país. O presidente também destacou a importância de a sociedade civil acompanhar a discussão e cobrar das autoridades a manutenção da proibição.
A audiência foi convocada pelo ministro Luiz Fux, relator de uma ação apresentada pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), que pede a suspensão da Medida Provisória 1.394/2026, responsável por proibir a exploração, a oferta e a publicidade das bets em território nacional.
De acordo com levantamento da CNN Brasil, dos 34 participantes convocados para a audiência, pelo menos 22 já manifestaram posições contrárias à proibição das apostas. Entre os interessados na discussão estão empresas do setor, clubes de futebol, entidades esportivas e representantes do governo federal.
A possibilidade de retorno das bets depende de decisões judiciais e da tramitação da medida provisória no Congresso Nacional. A audiência pública, por si só, não autoriza o funcionamento das plataformas.
O debate acontece em meio às preocupações sobre o endividamento das famílias brasileiras e os impactos das apostas na saúde financeira e mental da população.
Fontes: Supremo Tribunal Federal (28/10/2026); Agência Brasil (01/11/2026); CNN Brasil (03/11/2026). Declarações sobre o vídeo atribuídas ao presidente conforme o relato da publicação no Instagram

Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho mais velho do presidente Lula (PT), não pretende voltar a morar no Brasil após a reeleição do pai. Segundo informações da coluna de Thiago Herdy, do Metrópoles, ele afirmou a interlocutores que pretende continuar vivendo na Espanha com a família nos próximos anos.
Apesar da intenção de permanecer no exterior, os advogados de Lulinha afirmaram recentemente que ele poderá viajar ao Brasil caso seja convocado pela Polícia Federal para prestar depoimento nas investigações em que é citado.
Lulinha é mencionado em três inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). A possibilidade de retorno ao país foi mencionada pela defesa em razão de uma eventual convocação das autoridades.
Fonte: Metrópoles.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) articula no Senado para impedir que a redução da maioridade penal seja incluída na votação da PEC da Segurança Pública, prevista para está terça-feira (3). A estratégia é aprovar o texto sem alterações e deixar a discussão sobre a responsabilização criminal de menores de 18 anos para outra proposta.
Segundo a CNN Brasil e o Jornal Razão, o Planalto busca garantir a aprovação da PEC 18/2025, considerada uma das prioridades do governo na área de segurança pública.
A oposição, liderada pelo PL, apresentou uma emenda que prevê reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos como regra geral e para 14 anos em casos de crimes graves, como os hediondos.
O senador Camilo Santana (PT-CE) apresentou uma alternativa mais restrita, permitindo a redução para 16 anos apenas em crimes hediondos. Entretanto, a proposta enfrenta resistência dentro da própria base governista.
O posicionamento do governo alimenta críticas sobre a necessidade de endurecer a responsabilização de adolescentes envolvidos em crimes violentos. Para os defensores da redução, a mudança seria uma resposta à gravidade desses delitos. Já os contrários questionam seus efeitos sobre a criminalidade e a proteção constitucional de adolescentes.
Apesar da articulação para manter o tema fora da PEC, Lula declarou anteriormente ser favorável à redução para 16 anos em casos de crimes hediondos, desde que a discussão ocorra separadamente.
A PEC também prevê maior integração entre as forças de segurança, mudanças no combate às facções criminosas e novas regras para a atuação dos órgãos policiais.
Fontes: CNN Brasil (03/11/2026), Jornal Razão (03/11/2026), Agência Brasil (15/10/2026) e Agência Senado.
