O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) divulgou nesta quinta-feira (24) uma “colinha” eleitoral com candidatos que apoia em seis estados. A relação reúne nomes para deputado estadual, deputado federal, Senado e governos estaduais. “Eu não mando no voto de ninguém, eu dou sugestões”, afirmou.
No Espírito Santo, Nikolas indicou Evair de Melo, Maguinha Malta, Michaella Zukowski, Pastor Dinho Souza e Lucas Polese. Em Goiás, declarou apoio a Wilder Morais para o governo, Gustavo Gayer e Oséias Varão para o Senado, além de Marquinho, Rodrigo Palmeira e Sanches. No Rio Grande do Sul, os escolhidos foram Zucco, Marcel van Hattem, Sanderson e Hiago Morandi.
No Rio Grande do Norte, a lista inclui Álvaro Dias, Coronel Hélio, Sargento Gonçalves ou General Girão e Josemar Varela. No Ceará, aparecem Alcides Fernandes, André Fernandes, Tancredo dos Santos, Abreu Junior e Davi Vasconcelos. Já no Acre, Nikolas indicou Marcio Bittar para o Senado e João Bittar para deputado federal. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

O deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP) assinou um contrato de opção de compra futura de 4% de participação no Instituto Iter, lançado pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2023. O documento foi encontrado pela Polícia Federal no material apreendido durante buscas contra o parlamentar e a advogada Valéria Linhares, autorizadas pelo ministro Flávio Dino.
O contrato previa que Cezinha depositasse R$ 19.353 como caução, valor equivalente a 1% da participação prevista, enquanto outros 3% seriam adquiridos de demais sócios do instituto. A assessoria de Mendonça afirmou que a operação nunca foi concretizada e que havia um acordo para que uma eventual compra só pudesse ocorrer depois que Cezinha deixasse a política, com previsão para 2027.
Cezinha é investigado em uma apuração sobre suspeita de comercialização de influência junto a integrantes de tribunais superiores. Em março de 2025, o deputado também mediou um encontro entre Daniel Vorcaro e André Mendonça. A assessoria do ministro afirma que Cezinha não foi e não poderá ser sócio do Iter e sustenta que o negócio previsto no contrato não se efetivou. As informações são da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. ACESSE
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