Os dois mundo do governo de Marcos Rocha é sinistro
35 demissões expõem a verdadeira face de um poder que protege corruptos e pune inocentes
BEM-VINDO AOS DOIS MUNDOS DO CPA
Rondônia descobriu que seu governo vive em realidades paralelas. Dois mundos completamente opostos, comandados pelas mesmas mãos:
MUNDO 1 – A VITRINE DAS REDES SOCIAIS:
Palavras doces e espirituais
Discursos sobre lealdade e fé
Promessas de transparência
Imagem de governante íntegro.
MUNDO 2 – OS BASTIDORES DO PALÁCIO RIO MADEIRA:
Vingança institucional
Proteção a investigados por corrupção
Perseguição a inocentes
Poder absoluto sem limites
A pergunta inevitável: qual dos dois mundos é o verdadeiro?
NO PRIMEIRO MUNDO: O SANTO
Nas redes sociais, o governador Marcos Rocha cultiva a imagem de líder espiritual, cristão convicto, homem de palavra. Postagens sobre família, Deus e compromisso com o povo.
A narrativa perfeita para as câmeras.
NO SEGUNDO MUNDO: O VINGADOR
Nos corredores do poder, a realidade é brutal: ex-políticos cassados e investigados por corrupção ocupam cargos estratégicos na Casa Civil, recebendo altos salários enquanto 35 famílias foram sumariamente demitidas por um único motivo: ligação com o vice-governador.
A verdade inconveniente dos bastidores.
A GUERRA DOS DOIS MUNDOS CONTRA O VICE-GOVERNADOR
CAPÍTULO 1: AS ACUSAÇÕES SEM PROVAS
Há meses, Marcos Rocha acusou Sérgio Gonçalves de traidor. Usou palavras duras, fez ameaças públicas.
Até hoje: NENHUMA PROVA apresentada.
No primeiro mundo (redes sociais), silêncio constrangedor sobre o tema.
No segundo mundo (Palácio), a perseguição avança implacável.
CAPÍTULO 2: A LIVE QUE MUDOU TUDO
Quando Junior Gonçalves saiu da Casa Civil e fez uma live expondo os bastidores, os “monstros do CPA” ficaram apreensivos. A estratégia mudou: se não podem atingir Junior, destruirão Sérgio.
A lógica perversa dos dois mundos: quando um alvo se protege, ataca-se outro.
CAPÍTULO 3: O MASSACRE DE 29 DE DEZEMBRO
Na noite de segunda-feira, às 21h34, o segundo mundo atacou:
35 pessoas ligadas ao vice-governador foram exoneradas. Publicação fria no Diário Oficial, entre as páginas 5 e 12.
Não foi impulso. Foi vingança calculada.
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