Brasil fica atrás de Espanha e México em ranking de frequência sexual no mundo
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Dados apontam como a cultura influencia a forma como cada país vive a sexualidade
Falar sobre desejo, intimidade e prazer deixou de ser tabu em boa parte do mundo. Com rotinas aceleradas, redes sociais e novas dinâmicas afetivas, a sexualidade ganhou destaque não apenas como questão privada, mas também como tendência global e dado comparativo entre países.
Apesar da fama de povo caloroso e afetivo, o Brasil não lidera quando o assunto é frequência sexual. Segundo levantamento do site Insider Monkey, que compilou pesquisas globais sobre a média anual de relações sexuais, o país ocupa a 7ª posição entre os mais sexualmente ativos.
A liderança ficou com a Espanha, país conhecido pela expressividade, proximidade emocional e valorização do prazer. De acordo com dados da Durex, cerca de 72% dos espanhóis mantêm relações ao menos uma vez por semana, índice que garantiu o topo do ranking.
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Logo atrás, aparecem outros países europeus e latino-americanos, mostrando que uma vida sexual ativa não é exclusividade de um continente. A lista completa dos 10 primeiros lugares:
Espanha
Itália
Suíça
Polônia
Grécia
México
Brasil
China
Alemanha
Rússia
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O levantamento reforça que, mesmo com a fama de calor humano, o brasileiro não está entre os países com vida íntima mais intensa, ficando atrás de vizinhos e europeus que incorporam o sexo à rotina sem perder entusiasmo.




