Testosterona: mitos e verdades sobre o polêmico hormônio da libido
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Especialista explica por que a testosterona virou alvo de mitos e alerta para riscos do uso indiscriminado do hormônio que promete energia
A testosterona costuma ser conhecida como o “hormônio da libido”, mas especialistas alertam que muitos conceitos sobre a substância ainda são cercados por desinformação. Presente tanto em homens quanto em mulheres, ela tem papel importante em diversas funções do organismo, incluindo energia, massa muscular, humor e desejo sexual.
Apesar da fama, a libido não depende apenas da testosterona. Fatores como estresse, qualidade do sono, saúde mental e relacionamento também influenciam o desejo sexual. Por isso, especialistas destacam que a redução da libido nem sempre está relacionada apenas aos níveis hormonais.
Outro ponto que gera dúvidas é a reposição hormonal. O tratamento com testosterona pode ser indicado em situações específicas, como casos comprovados de deficiência hormonal ou em algumas mulheres após a menopausa que apresentam perda persistente de desejo sexual. Fora dessas condições, o uso do hormônio sem acompanhamento médico não é recomendado.
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Entre os riscos do uso inadequado estão efeitos como acne, queda de cabelo, aumento de pelos, alterações no humor e problemas metabólicos ou cardiovasculares quando utilizado em doses elevadas ou sem controle médico.
Por isso, médicos reforçam que a testosterona não deve ser vista como uma solução rápida para melhorar disposição, desempenho físico ou vida sexual. O mais indicado é procurar avaliação médica para investigar as causas de possíveis alterações hormonais e receber orientação adequada.




